Alguns dias após o lançarmos o aplicativo Porto Seguro Auto, pudemos testar na prática as suas funcionalidades. Um funcionário da FingerTips precisou acionar o guincho após sua moto ter um pneu furado.
Ele preferiu usar o aplicativo ao invés de ligar para a central. A diferença está na agilidade, já que no aplicativo, basta um toque na tela para acionar o socorro mecânico, muito mais rápido do que uma ligação comum para a central.
Ao abrir o aplicativo Porto Seguro Auto pela primeira vez, você será solicitado a cadastrar seu veiculo digitando o número da apólice. Após isso, você já pode usar o aplicativo.
Em caso de emergência, basta clicar em Solicitar um Socorro na home do aplicativo. A central identifica automaticamente o cliente e a sua localização, sem a necessidade de informar nenhum outro dado.
O socorro mecânico mais próximo recebe automaticamente as informações e localização do cliente, que acompanha tudo em real-time na tela de seu iPhone, onde as informações são atualizadas a cada dois minutos.
Esta é uma função que, além de trazer muita facilidade, também tranquiliza o cliente, pois ele fica sabendo em tempo real onde está a sua ajuda.
O usuário acompanha em tempo real a localização do socorro, que é atualizada
de dois em dois minutos.
O aplicativo Porto Seguro está disponível para download gratuito na App Store.
Segundo dados da última pesquisa feita pela comScore nos Estados Unidos, o Android foi a plataforma móvel que mais cresceu no período de outubro de 2009 à janeiro de 2010, crescendo aproximadamente 150% em número de usuários. Conforme já ficou claro em pesquisas anteriores, vários aparelhos baseados no sistema do Google chamaram forte atenção do mercado nesse período, fazendo ele se destacar em relação aos seus maiores concorrentes.

Entretanto, a corrida pela liderança do mercado de smartphones continua sendo disputada pela RIM e pela Apple, que não tiveram mudanças significativas em seus respectivos percentuais de mercado quando comparados com o sistema do Google.
Via MacMagazine.
Como o lançamento do iPad já está bem próximo, alguns especialistas do mercado financeiro já estão fazendo previsões sobre o sucesso do produto em seu primeiro ano de vendas, cujas estimativas mais animadoras apontam para uma comercialização de aproximadamente sete milhões de unidades do produto. No entanto, um analista da Broadpoint AmTech também acredita que a tablet da Apple atrairá bem mais atenção de empresas do que o esperado, devido a altas possibilidades de se fazer lucros com venda de conteúdo extra em aplicativos.

Apenas no caso da Apple, estima-se que um terço do seu faturamento com as vendas de iPads virá da venda de conteúdo extra que poderá ser adquirido pelos usuários através da iTunes Store, da App Store ou até mesmo da iBookstore, inicialmente disponível apenas nos Estados Unidos para compra de ebooks. Considerando que os outros 70% correspondentes ao próprio hardware apenas são levados em conta no momento da sua aquisição, fica claro que ela terá muito mais oportunidade de lucros a longo prazo.
Talvez isso apenas seja relevante para a Apple em um primeiro momento, mas, para aqueles que já estiverem interessados em oferecer serviços por meio do iPad, trata-se de uma oportunidade interessante de apresentá-los a usuários que já estarão adaptados a fazer compras regularmente por meio de serviços da sua fabricante. Com o SDK para o aparelho, jornais e revistas já estão colocando em prática suas ideias para a oferta de conteúdo por assinatura, o que representa um ótimo negócio para garantir lucros contínuos através do dispositivo.
Via: AppleInsider.
Um dos últimos estudos publicados pela research2guidance prevê uma grande expansão do mercado de aplicativos para smartphones nos próximos três anos, quando o uso de aparelhos mais modernos conectados diretamente aos canais de venda de softwares na internet deverá crescer significativamente. A estimativa de crescimento do setor é de mais de 800% até 2013, com base na receita gerada por ele.

Em 2009, mais de US$1,94 bilhão foi movimentado entre diversas lojas de aplicativos móveis ao redor do mundo, sendo a maior parte desse número concentrada na iPhone App Store e no Android Market. De acordo com a pesquisa, esse valor deverá subir para US$15,65 bilhões até 2013.
Através dessa análise, fica claro que apenas o crescimento do uso de smartphones modernos influenciará no valor movimentado entre App Stores, mas a partir de 2010, começaremos a vê-las como um canal de distribuição de produtos para tablets, além dos atuais aplicativos móveis. Ainda não há como prever o futuro grau de influência delas na receita anual das lojas de softwares para mobile, mas saberemos com o passar do tempo.
Via: MacMagazine.
Ao ser analisado pela Apple, o caso de sucesso do iPhone no escritório de arquitetura RTKL sugere que ele é um claro exemplo de como o aparelho pode ser útil para compartilhar ideias a partir de qualquer lugar, para fins profissionais. Com ele, os designers, arquitetos e engenheiros da empresa possuem acesso às ferramentas que precisam para enviar e receber conteúdo visual sob demanda e assim tomar decisões sobre projetos fora do escritório.

Cerca de 450 funcionários da RTKL usam iPhones com integração total aos serviços corporativos da empresa, incluindo uma rede fechada que hospeda um banco de dados com mais de 15 mil imagens usadas pelos funcionários. Por meio delas, eles podem revisar campanhas e projetos em que estão trabalhando sem precisar sentar para usar um computador, além de poder usá-las em conjunto com outros aplicativos de design para iPhone para colocar pequenas ideias em prática.
“Nossa cultura é baseada em informações visuais. O iPhone nos permite compartilhar essas informações com um nível de imediatismo que não tínhamos há poucos anos”, conta Thom McKay, vice-presidente da RTKL. Mais impressões sobre o iPhone vindas deste escritório podem ser lidas em um artigo completo publicado pela Apple em seu site.