Como o lançamento do iPad já está bem próximo, alguns especialistas do mercado financeiro já estão fazendo previsões sobre o sucesso do produto em seu primeiro ano de vendas, cujas estimativas mais animadoras apontam para uma comercialização de aproximadamente sete milhões de unidades do produto. No entanto, um analista da Broadpoint AmTech também acredita que a tablet da Apple atrairá bem mais atenção de empresas do que o esperado, devido a altas possibilidades de se fazer lucros com venda de conteúdo extra em aplicativos.

Apenas no caso da Apple, estima-se que um terço do seu faturamento com as vendas de iPads virá da venda de conteúdo extra que poderá ser adquirido pelos usuários através da iTunes Store, da App Store ou até mesmo da iBookstore, inicialmente disponível apenas nos Estados Unidos para compra de ebooks. Considerando que os outros 70% correspondentes ao próprio hardware apenas são levados em conta no momento da sua aquisição, fica claro que ela terá muito mais oportunidade de lucros a longo prazo.
Talvez isso apenas seja relevante para a Apple em um primeiro momento, mas, para aqueles que já estiverem interessados em oferecer serviços por meio do iPad, trata-se de uma oportunidade interessante de apresentá-los a usuários que já estarão adaptados a fazer compras regularmente por meio de serviços da sua fabricante. Com o SDK para o aparelho, jornais e revistas já estão colocando em prática suas ideias para a oferta de conteúdo por assinatura, o que representa um ótimo negócio para garantir lucros contínuos através do dispositivo.
Via: AppleInsider.
Ao ser analisado pela Apple, o caso de sucesso do iPhone no escritório de arquitetura RTKL sugere que ele é um claro exemplo de como o aparelho pode ser útil para compartilhar ideias a partir de qualquer lugar, para fins profissionais. Com ele, os designers, arquitetos e engenheiros da empresa possuem acesso às ferramentas que precisam para enviar e receber conteúdo visual sob demanda e assim tomar decisões sobre projetos fora do escritório.

Cerca de 450 funcionários da RTKL usam iPhones com integração total aos serviços corporativos da empresa, incluindo uma rede fechada que hospeda um banco de dados com mais de 15 mil imagens usadas pelos funcionários. Por meio delas, eles podem revisar campanhas e projetos em que estão trabalhando sem precisar sentar para usar um computador, além de poder usá-las em conjunto com outros aplicativos de design para iPhone para colocar pequenas ideias em prática.
“Nossa cultura é baseada em informações visuais. O iPhone nos permite compartilhar essas informações com um nível de imediatismo que não tínhamos há poucos anos”, conta Thom McKay, vice-presidente da RTKL. Mais impressões sobre o iPhone vindas deste escritório podem ser lidas em um artigo completo publicado pela Apple em seu site.
Desenvolvido pela FingerTips, o Aplicativo Porto Seguro Auto chega para clientes e não clientes e revoluciona a maneira como se solicita socorro e como se acompanha o trânsito nas grandes cidades.
Para não clientes Porto Seguro, o aplicativo trás a função Porto Vias, onde o usuário pode cadastrar seus caminhos principais para verificar as condições do trânsito direto no iPhone.
Já o cliente Porto Seguro pode solicitar o guincho com apenas um toque na tela, sem a necessidade de ligar para a central.

Utilizando o GPS, o aplicativo passa automaticamente a geolocalização do cliente à central, que encontra o guincho mais próximo para prestar atendimento.
O cliente acompanha tudo em tempo real na tela do iPhone e consegue visualizar onde o guincho está no mapa e em quanto tempo o socorro vai chegar.
Além disso, é possível consultar benefícios exclusivos para associados Porto Seguro, em uma lista de estabelecimentos que pode ser visualizada no mapa, utilizando sua localização por GPS. A lista inclui estacionamentos, cinemas, oficinas, pet-shops, etc.

O Aplicativo Porto Seguro Auto já está disponivel para download gratuito na App Store.
A AdMob divulgou recentemente a última versão do seu relatório de métricas móveis, com dados coletados em janeiro de 2010 sobre o mercado de smartphones. Um dos destaques da pesquisa foi a emergência do iPhone OS e do Android como as plataformas móveis que mais fazem requisições de anúncios através da empresa por diversos aplicativos, absorvendo juntas praticamente 70% do tráfego.

Na última edição do relatório, você também encontrará comparativos entre diversos sistemas móveis sobre a média de aplicativos de terceiros obtidos online, bem como comparações entre eles por gênero e idade. Entre dezembro e janeiro, a AdMob foi quem mais coletou dados sobre usuários de smartphones com suas peças publicitárias, que tiveram cerca de 15,2 bilhões de impressões.
O último relatório sobre métricas móveis da empresa pode ser obtido agora em seu site, gratuitamente.
Ao liberar a sua última pesquisa trimestral sobre o mercado de telefonia móvel, a Gartner afirmou que o iPhone OS tomou o lugar do Windows Mobile no ranking mundial e agora é o terceiro maior sistema móvel do mundo — ele já estava entre os três maiores nos Estados Unidos, porém. Um dos fatores que contribuíram para isso foi o crescimento significativo das vendas (que praticamente dobraram entre 2008 e 2009), fazendo a participação da plataforma móvel da Apple no setor crescer de 8,2% para 14,4%.

Outro sistema móvel destacado na pesquisa foi o Android, cuja participação no setor cresceu de 0,5% para quase 4%. Aqui, também foi constatado um aumento significativo nas vendas, que foram praticamente dez vezes maiores em 2009 do que foram em 2008.
Desconsiderando a continuidade do sucesso de sistemas móveis como o BlackBerry OS, é interessante notar que o mercado mundial está começando a desviar a maior parte da sua atenção para as plataformas mais inovadoras, que oferecerem melhores combinações de software/serviços e maiores oportunidades para desenvolvedores de terceiros. A tendência é que as plataformas móveis mais antigas no setor continuarão a ceder espaço para o crescimento do iPhone OS, do Android e também do BlackBerry OS, enquanto não oferecem fatores de evolução que possam voltar a despertar interesse do mercado consumidor.
Via: MacMagazine.