Foi aberta na última sexta-feira a pré-venda das primeiras unidades do iPad nos Estados Unidos, que estará disponível nas lojas do país a partir de 3 de abril — ainda irá demorar um pouco mais para ele chegar ao Brasil, no entanto. Ainda não foi divulgado pela Apple o total de encomendas recebidas até o momento, mas as primeiras estimativas apontam para números bem animadores.
Logo no primeiro dia, já se especulava que a empresa estava recebendo de 20 a 25 mil pedidos de tablets por hora, um bom número para um produto que ainda não chegou ao mercado. Apenas na sexta-feira passada, acredita-se que a Apple recebeu mais de 120 mil pedidos de iPads, o que deverá dificultar o seu início de vendas nos Estados Unidos se o ritmo de encomendas continuar assim.
A pesquisa também aponta para um maior interesse de clientes por iPads que apenas se conectam a internet via redes Wi-Fi — provavelmente devido ao fato de que elas são as únicas que estarão disponíveis no dia 3 de abril. Os modelos com 3G oferecem GPS integrado e suportarão à assinatura de um plano de internet móvel, mas as tablets virão desbloqueadas e não exigirão contrato com operadoras para funcionamento.
Fonte: Fortune.
Segundo dados da última pesquisa feita pela comScore nos Estados Unidos, o Android foi a plataforma móvel que mais cresceu no período de outubro de 2009 à janeiro de 2010, crescendo aproximadamente 150% em número de usuários. Conforme já ficou claro em pesquisas anteriores, vários aparelhos baseados no sistema do Google chamaram forte atenção do mercado nesse período, fazendo ele se destacar em relação aos seus maiores concorrentes.

Entretanto, a corrida pela liderança do mercado de smartphones continua sendo disputada pela RIM e pela Apple, que não tiveram mudanças significativas em seus respectivos percentuais de mercado quando comparados com o sistema do Google.
Via MacMagazine.
Como o lançamento do iPad já está bem próximo, alguns especialistas do mercado financeiro já estão fazendo previsões sobre o sucesso do produto em seu primeiro ano de vendas, cujas estimativas mais animadoras apontam para uma comercialização de aproximadamente sete milhões de unidades do produto. No entanto, um analista da Broadpoint AmTech também acredita que a tablet da Apple atrairá bem mais atenção de empresas do que o esperado, devido a altas possibilidades de se fazer lucros com venda de conteúdo extra em aplicativos.

Apenas no caso da Apple, estima-se que um terço do seu faturamento com as vendas de iPads virá da venda de conteúdo extra que poderá ser adquirido pelos usuários através da iTunes Store, da App Store ou até mesmo da iBookstore, inicialmente disponível apenas nos Estados Unidos para compra de ebooks. Considerando que os outros 70% correspondentes ao próprio hardware apenas são levados em conta no momento da sua aquisição, fica claro que ela terá muito mais oportunidade de lucros a longo prazo.
Talvez isso apenas seja relevante para a Apple em um primeiro momento, mas, para aqueles que já estiverem interessados em oferecer serviços por meio do iPad, trata-se de uma oportunidade interessante de apresentá-los a usuários que já estarão adaptados a fazer compras regularmente por meio de serviços da sua fabricante. Com o SDK para o aparelho, jornais e revistas já estão colocando em prática suas ideias para a oferta de conteúdo por assinatura, o que representa um ótimo negócio para garantir lucros contínuos através do dispositivo.
Via: AppleInsider.
Um dos últimos estudos publicados pela research2guidance prevê uma grande expansão do mercado de aplicativos para smartphones nos próximos três anos, quando o uso de aparelhos mais modernos conectados diretamente aos canais de venda de softwares na internet deverá crescer significativamente. A estimativa de crescimento do setor é de mais de 800% até 2013, com base na receita gerada por ele.

Em 2009, mais de US$1,94 bilhão foi movimentado entre diversas lojas de aplicativos móveis ao redor do mundo, sendo a maior parte desse número concentrada na iPhone App Store e no Android Market. De acordo com a pesquisa, esse valor deverá subir para US$15,65 bilhões até 2013.
Através dessa análise, fica claro que apenas o crescimento do uso de smartphones modernos influenciará no valor movimentado entre App Stores, mas a partir de 2010, começaremos a vê-las como um canal de distribuição de produtos para tablets, além dos atuais aplicativos móveis. Ainda não há como prever o futuro grau de influência delas na receita anual das lojas de softwares para mobile, mas saberemos com o passar do tempo.
Via: MacMagazine.
A AdMob divulgou recentemente a última versão do seu relatório de métricas móveis, com dados coletados em janeiro de 2010 sobre o mercado de smartphones. Um dos destaques da pesquisa foi a emergência do iPhone OS e do Android como as plataformas móveis que mais fazem requisições de anúncios através da empresa por diversos aplicativos, absorvendo juntas praticamente 70% do tráfego.

Na última edição do relatório, você também encontrará comparativos entre diversos sistemas móveis sobre a média de aplicativos de terceiros obtidos online, bem como comparações entre eles por gênero e idade. Entre dezembro e janeiro, a AdMob foi quem mais coletou dados sobre usuários de smartphones com suas peças publicitárias, que tiveram cerca de 15,2 bilhões de impressões.
O último relatório sobre métricas móveis da empresa pode ser obtido agora em seu site, gratuitamente.