Embora representem plataformas móveis que concorrem pela atenção de milhares de desenvolvedores de aplicativos, a App Store e o Android Market possuem diferenças notáveis na sua formação, conforme mostra uma pesquisa feita neste mês pela Royal Pingdom. Com mais de 250 mil apps disponíveis, a loja da Apple é composta por uma grande quantidade de produtos pagos (70%), enquanto a galeria do Google possui muito mais itens gratuitos para download (65%).

Diversas afirmações podem justificar esse cenário das duas lojas, mas um dos fatores que fazem do Android Market um espaço com menos apps pagos é a própria abrangência dos sistemas de pagamentos do Google, disponíveis em apenas 13 países. Já a Apple oferece um espaço de concorrência mais acirrado e lucrativo para desenvolvedores de softwares pagos, contando com lojas em mais de 80 países.
Por outro lado, entendemos que essa proporção a favor dos apps pagos na App Store indica a valorização dos aplicativos junto aos seus usuários. Esse raciocínio valida uma das estratégias mais usadas por grandes empresas presentes nas plataformas móveis da Apple: a entrega de conteúdo e utilitários gratuitos, como um presente aos seus usuários, com patrocínio ou assinatura de grandes marcas.
Via: MacMagazine.
A Nielsen publicou hoje os resultados de um estudo envolvendo as principais plataformas móveis, que analisou o volume de vendas e o valor dado por usuários com base em números dos Estados Unidos. Em cada um desses aspectos, Google e Apple se destacaram novamente em relação a outros concorrentes.

Em volume de vendas, o Android ganhou muito percentual do mercado nos últimos meses, e agora está maior que o iPhone nos Estados Unidos, com 27%. Já o smartphone da Apple possui alto nível de aprovação, que domina a sua atual base de usuários (89%).
Via: MacMagazine.
Um levantamento feito pela Hands nos últimos três meses indica que o iPad já conseguiu abocanhar uma fatia expressiva dos acessos à web por meio de dispositivos móveis no Brasil, estando próximo de superar os smartphones com Android por aqui. Segundo o estudo, a tablet da Apple já conseguiu 3,1% do total de acessos de handsets no mercado brasileiro, contra 3,2% da plataforma móvel do Google no momento.

A Hands afirma que o primeiro iPad foi registrado em sua rede com menos de uma semana desde o seu lançamento nos Estados Unidos, ou seja, o ritmo de crescimento dele no país tem sido relativamente constante, mesmo estando indisponível de forma oficial. Nos últimos três meses, as unidades de tablet chegaram ao Brasil apenas de países da Europa e América do Norte — especialmente os Estados Unidos, o único que conta com uma oferta estável.
O atraso no lançamento do iPad no Brasil é causado pela dificuldade da Apple em manter estoques do produto nos países onde iniciou a comercialização, algo que deverá continuar por algum tempo. Para os interessados em comprá-lo para uso no país, é importante ressaltar que há diversos conteúdos disponíveis para acesso através do aparelho, incluindo livros e softwares da App Store — como o nosso SuperGuia.TV, que é o primeiro guia para a televisão brasileira disponível em formato especial para a tablet.
Fonte: O Globo.
A AdMob liberou ontem uma nova edição do seu relatório sobre publicidade móvel, com dados de maio de 2010. Ele traz uma análise de dados importantes que marcaram o setor nos últimos dois anos com base no que a empresa coletou por meio da sua rede de anúncios para diversas plataformas, bem como os números atualizados do mercado e o estado da concorrência entre elas.

No mês passado, o iOS correspondeu a 40% das requisições de anúncios à rede da AdMob, enquanto Android e Symbian responderam por 26% e 24%, respectivamente. Correspondendo à reação dos veículos de notícias com o lançamento do iPhone 4 e do iOS para atuais smartphones da Apple, a AdMob também preparou alguns gráficos ilustrando a distribuição de dispositivos baseados nele ao redor do mundo, incluindo iPads.
O download do relatório completo da AdMob pode ser feito no seu site oficial, gratuitamente. Por ter sido adquirida pelo Google, a empresa não deverá lançar novos documentos neste formato, pelo menos por algum tempo.
Via: MacMagazine.
Lançado na última quinta-feira, o iPhone tornou-se o lançamento de maior sucesso na história da Apple, graças à venda de 1,7 milhão de unidades nos primeiros três dias de disponibilidade. Praticamente todos os cinco países que estão com o produto disponível passam problemas para lidar com a demanda inicial de usuários, que foi a maior já registrada pela empresa nos últimos três anos que vendeu smartphones.
“Este é o lançamento de produto mais bem-sucedido em nossa história. Mesmo assim, pedimos desculpas aos clientes que foram rejeitados pela falta de aparelhos suficientes”, disse Steve Jobs, CEO da Apple. Até o final de julho, o iPhone 4 estará à venda em 23 países, mas ele aparecerá na América do Sul apenas no final do próximo trimestre.
Além de oferecer recursos de hardware interessantes, o iPhone 4 também traz o iOS 4 integrado (que está disponível ainda para outros aparelhos), com mais de 100 novidades para usuários finais e 1500 APIs para desenvolvedores. Dentre os novos recursos, destacam-se o suporte a multitarefa, pastas para organização de apps, novo Mail com dezenas de aprimoramentos e um suporte corporativo muito mais avançado para empresas.
Já temos um exemplar do iPhone 4 aqui na FingerTips. Logo mais comentaremos nossas primeiras impressões sobre ele, mas adiantamos: realmente faz sentido que ele seja o maior sucesso de vendas da Apple.